Acompanhamento de operações!

Srs. Investidores, tudo bem com vcs ?
Parabéns! Boa análise Diogo.
Se vcs viram minha análise anterior de 26/03/09, eu falei da possibilidade do fechamento do gap nos 28,70 e foi fechado.
Se vcs observarem no gráfico diário, o próprio que o Diogo postou, temos dois gap´s acima para serem fechados e esse bo ...
Por Enio Caldas Postado em 01/04/2009
Chega a hora da bolsa provar se pode ir além ou fica nas três semanas positivas
Depois de três semanas muito positivas, a bolsa chegou na encruzilhada. De certo é que a próxima semana colocará à prova esta onda de otimismo que bateu nos mercados nos últimos dias; diversas ocorrências irão testar até que ponto o investidor está mais confiante. Pelo menos a semana por vir deve responder se esta melhora dos mercados é mesmo sustentável.
Tradicionalmente conturbadas, as sextas-feiras de apresentação do Relatório de Emprego dos Estados Unidos desta vez assumem contornos de um teste de ânimos. É claro que pode vir melhor que as projeções, reforçar o sentimento de melhora.
Bem agitada Não só mercado de trabalho, a agend ...
Por Infomoney Postado em 27/03/2009
Nenhuma árvore cresce indefinidamente até o céu.
Durante o “bull market” da década de 1970, surgiu o termo “nifty fifty” para descrever as 50 grandes empresas da bolsa de Nova York que eram vistas como sólidas apostas de aplicação. Os investidores passaram a crer que bastava comprar ações dessas empresas e segurá-las para sempre, sem medo de ser feliz. Mas muitos ficaram bastante decepcionados.
Da lista, algumas empresas desapareceram, outras foram compradas e algumas não apresentaram bom desempenho. Nomes famosos na época, ícones do sucesso como Kodak, J.C. Penney e Xerox, praticamente morreram na praia. A confiança na sustentabilidade eterna daquelas gigantes simplesmente se mostrou infundada. .
Assim costuma funcionar o capitalismo, com sua “destruição criadora”, como dizia Schumpeter. Afinal, quantas empresas existem com mais de um século de vida? Em países com economias mais livres e dinâmicas, essa mortalidade é ainda mais acelerada. Várias novas empresas desbancam as vencedoras de antes e a concorrência e o avanço tecnológico vão enterrando diversas delas pelo caminho. O próprio sucesso pode plantar as sementes do fracasso gerando complacência e arrogância. Medidas arbitrárias de governos podem mudar as regras no meio do jogo e favorecer algumas empresas, enquanto prejudicam outras.
As crises costumam ser responsáveis pelo óbito de muitas gigantes também. Não poderia ser diferente na crise atual. Uma boa analogia é uma pescaria com dinamite: primeiro vão surgindo os pequenos peixes na superfície e somente depois aparecem as baleias boiando. Na crise, os mais fracos morrem rapidamente vítimas da explosiva combinação da alta alavancagem com o sumiço da liquidez dos mercados. Incapazes de acessar capital e sem a blindagem de serem “too big to fail”, essas pequenas empresas são as primeiras a migrar para o cemitério. Mas as baleias ...
Por Enio Cadas Postado em 24/03/2009
Japão vai distribuir dinheiro à população para estimular consumo

Uma polêmica proposta de estímulo à economia que prevê o pagamento de distribuição de dinheiro à população foi aprovada nesta quarta-feira pelo Parlamento do Japão após semanas de debates.
A partir desta sexta-feira, algumas cidades do interior do Japão começam a pagar cerca de US$ 120 a cada morador. Pessoas com mais de 65 anos e menos de 18 terão um acréscimo de US$ 78. Todos os municípios japoneses terão seis meses para efetuar o pagamento em parcela única.
A ideia do governo é que a população use o dinheiro para fazer compras e, assim, estimular a economia e combater a recessão que afeta o país.
"Eu vou pegar o bônus", disse o primeiro-ministro Taro Aso a repórteres. "E vou usá-lo imediatamente para estimular o consumo", emendou.
No entanto, segundo pesquisas de opinião, a população japonesa não aprova a medida, que custará aos cofres do governo perto de US$ 22 bilhões.
A quantia é suficiente para que uma família de quatro pessoas pague um mês de aluguel em um apartamento simples no interior do Japão e comprar cerca de 30 quilos de arroz.
Um levantamento feito pelo jornal Asahi, o maior do país, mostrou que 75% dos entrevistados são contra a distribuição de dinheiro à população.
Uma pesquisa semelhante mostrou que 80% dos ouvidos torciam para que o pacote não fosse aprovado.
Oposicionistas afirmam que a iniciativa será um de ...
Por Agencia Estado Postado em 04/03/2009
Dicas da semana
IBOVESPA PODE DEFINIR NOVO RUMO NESSA SEMANA.
Ibovespa
Foi outra semana de extrema volatilidade terminando com boas perdas.
Essa semana deve definir um novo rumo para mercado, superando os 41.010 pontos pode reforçar o processo altista, mas caso continue cedendo e rompa o piso em 35.350 pode ampliar muito as perdas, atenção nos stops!
Mercado, segundo nossos critérios técnicos, continua em região de indefinição. Os suportes encontram-se em 36.330 e 35.350 pontos e as resistências em 39.450 e 41.010 pontos.
Índice futuro
Foi outra semana de muitas oscilações terminando novamente com saldo negativo.
Nessa semana pode retomar o processo altista, principalmente se superar os 39.800 pontos, mas caso continue cedendo e perder o piso em 37.490 pontos poderá ampliar bem as perdas.
Os suportes encontram-se em 37.490 e 36.000 pontos e a ...
Por Enio Caldas Postado em 01/03/2009
Presidente do Fed diz não acreditar em necessidade de estatizar bancos
 O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Ben Bernanke, afirmou nesta quarta-feira que não acredita que os bancos do país precisem ser estatizados, declarando-se convencido de que os problemas do setor podem ser resolvidos apenas com o atual nível de intervenção estatal, em um discurso no Congresso.
"É possível que o Estado assuma uma participação minoritária no Citi (Citigroup) e em outros bancos, mas, reitero, contamos com os mecanismos (...) para garantir a obtenção dos bons resultados que buscamos no que diz respeito à melhoria da performance" das instituições bancárias, declarou Bernanke, no segundo dia de sua audiência semestral no Congresso.
Bernanke definiu a nacionalização como a tomada de controle da totalidade do capital de uma empresa, sem que existam outros acionistas.
"Não acho que gostaríamos de fazer isso (. ...
Por UOL Economia Postado em 25/02/2009
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